é a Fase 1
Orçamento oficial do NF 0352-26: R$ 25,568 mi em sistemas + R$ 4,432 mi em torres e obras.
Guia executivo para acompanhar a Concorrência Nacional NF 0352-26: escopo vigente, mudanças formais, riscos de campo e perguntas que podem alterar custo, prazo ou exequibilidade.
Dossiê independente. Não representa a Itaipu, a PF ou qualquer órgão público.
*Condição técnica específica; não é alcance universal.
Visita opcional em Foz do Iguaçu, Santa Terezinha e Santa Helena. Agendamento previsto até 12/08. Não há visita interna em Guaíra. Consultas formais seguem até 14/08.
As notícias de 2025 descreviam intenção e escala. O documento vinculante hoje é outro: CCC + três torres multissensores, orçamento de R$ 30 mi, oito aditamentos e sessão em 28/08.
A meta jornalística de operação no 2º semestre de 2026 foi superada pela tramitação. Isso é uma reprogramação do anúncio, não atraso contratual: o relógio de 420 dias só começa com a OIS.
Orçamento oficial do NF 0352-26: R$ 25,568 mi em sistemas + R$ 4,432 mi em torres e obras.
Valor divulgado para as duas fases. Não deve ser usado como orçamento estimado deste certame.
É requisito do radar para embarcação de 6 m. Alcance varia por alvo, sensor, função, clima e visada.
O prazo vinculante começa com a OIS. Sites aparecem em D+210/D+360; manutenção e garantias seguem depois.
Operação remota a partir do CCC. Os shelters não terão operador permanente; acesso aos sites será eventual para inspeção, suporte e manutenção.
Centro de comando e controle, VMS, gestão de incidentes, servidores, storage, redundância e video wall.
Câmera biespectral, radar, câmeras de incêndio/perímetro, sirene, shelter, energia e telecom.
Mesmo núcleo multissensor, com risco geotécnico e acesso sujeito a biossegurança sanitária rigorosa.
Adequação condicionada a estudo estrutural. Não recebe radar e não integra a visita presencial.
Quatro pontos, investimento aproximado de R$ 30 mi, licitação ainda em 2025 e intenção de operar no 2º semestre de 2026.
Novo aporte amplia o programa para duas fases. Não é o orçamento desta contratação: a NF 0352-26 continua estimada em R$ 30 mi.
Câmeras biespectrais, radares de superfície e comando e controle. A reportagem já diz que a licitação sairia nas semanas seguintes e deixa de afirmar uma conclusão em 2026.
Primeiro marco documental público confirmado: orçamento e planilha revistos. Total oficial: R$ 30.000.000.
Prorrogação parcial. A sessão originalmente prevista para 23/06 passa a 08/07.
Esclarece habilitação e tecnologia: somatório de atestados, fibra obrigatória abrigo–torre e requisitos individuais das câmeras de perímetro.
Confirma shelters desassistidos, telecom dimensionada pela contratada, testes em contingência/SATCOM e plano FAT/SAT a propor.
Grande rodada de respostas e nova especificação técnica; detalha obras, energia, biossegurança, canteiro, solo e preços.
O Aditamento 6 suspende a sessão de 08/07 até nova deliberação.
O Aditamento 7 abre visita opcional, retira amarras de marcas, flexibiliza consórcio, radar, VMS, câmera e fundações, e marca a sessão para 28/08.
O Aditamento 8 publica as respostas. Parte dos pleitos já foi absorvida no Adit. 7; permanecem responsabilidade integrada, habilitação e garantia de 5%.
Recepção dos envelopes entre 09h30 e 09h45, na UHI – Margem Esquerda. Não há resultado, contrato ou adjudicação publicados no corte desta pesquisa.
O desempenho contratual depende de alvo, sensor e função, em visada direta e sem chuva/neblina obstrutora. A visita deve validar corredores reais — não apenas repetir a manchete.
Vazio sanitário, desinfecção, banho, uniforme e controles de fluxo alcançam pessoas, veículos e materiais. Medir o impacto real de cada entrada.
O SPT foi inconclusivo. A investigação complementar e a solução de fundação ficam sob responsabilidade da contratada.
A estrutura existente precisa de laudo, mas só pode ser observada externamente. Precificar corrosão, carga residual e reforços sem acesso interno.
44 perguntas organizadas por impacto. Abra “Entenda os termos” para se orientar e, autenticado, registre respostas que ficam salvas no caderno privado.
As explicações são públicas. Entre para marcar perguntas e escrever respostas sem expô-las no site.
Quais fotos, medições, registros georreferenciados e equipamentos são permitidos em cada local?
Evita levantar informação sensível ou voltar ao site por falta de evidência.Qual a antecedência para credenciar pessoal, subcontratados, motoristas, veículos e guindastes?
Afeta mobilização, equipes e SLA de manutenção.Quais janelas, escoltas, bloqueios operacionais, EPIs e treinamentos serão exigidos na obra e na manutenção?
Como as orientações da visita serão registradas? Qualquer impacto deve virar consulta formal ou aditamento?
Como os controles sanitários se aplicam a motoristas, terceiros, ferramentas, eletrônicos, concreto, caminhões e guindastes?
A barreira sanitária pode alterar produtividade, frota e composição das equipes.Qual é a capacidade e o tempo real de rodolúvio, fumigação, banho, troca de uniforme e reentrada após almoço?
Quem fornece, higieniza e repõe uniformes e calçados? Como materiais sensíveis entram sem perder garantia?
Qual contingência vale se a barreira sanitária ou o acesso ao local ficar indisponível?
As vias suportam caminhões e guindastes em chuva? Confirmar largura, declividade, giro, peso, altura e pontes.
Há área suficiente para patolamento, descarga, estocagem, canteiro e faixa de exclusão em cada site?
Existem redes enterradas, drenagens, estruturas ou interferências não indicadas nos desenhos?
O footprint aproximado de 15 × 15 m cabe sem supressão, terraplenagem ou drenagem adicional?
Na Torre 1, é possível executar sondagem complementar? Quais acessos, amostras e critérios serão aceitos?
O SPT foi inconclusivo por rocha aflorada; a solução de fundação é risco da contratada.Em Guaíra, quais As Built, cálculos, inspeções, corrosão e carga residual estão disponíveis? O que ocorre se a torre reprovar?
Quais limites de vibração, flecha e frequência natural serão comprovados e como uma solução alternativa será aprovada?
Quais cotas de inundação, erosão, lençol, drenagem e restrições à escavação devem orientar o projeto?
Onde fica o ponto de entrega elétrica? Confirmar tensão, fases, potência, curto-circuito, distância e fronteira de responsabilidade.
Como funciona a interface entre UPS e gerador/microrrede da Itaipu? Há ATS e teste com carga real?
Há malha de terra aproveitável e medições recentes? Como torre, shelter, sensores e telecom serão equipotencializados?
Quem fornece energia e água provisórias durante as obras?
Qual o ponto de demarcação de cada link terrestre e quais banda, latência, jitter, perda, SLA e prazo de ativação serão aceitos?
Quais rotas e falhas são realmente independentes? Como será testado o failover para SATCOM e a recomposição de dados?
Quem contrata e paga links satelitais, franquias, licenças e excedentes durante todo o contrato?
Qual será a rota de fibra abrigo–torre e quais dutos, caixas, fusões e reservas já existem?
Quais corredores de visada e polígonos operacionais devem ser cobertos em cada site, sem registrar pontos cegos em documento público?
Onde e como serão demonstradas as faixas de detecção, reconhecimento e rastreamento por alvo?
A manchete de 12 km simplifica requisitos distintos de câmera e radar.Como nível do lago, vegetação, ilhas, neblina, chuva e reflexo solar mudam a cobertura ao longo do ano?
Em Guaíra, sem radar, qual é o fluxo esperado de detecção, rastreamento e despacho?
No CCC, quais espaço, racks, potência, UPS, HVAC, dissipação, carga de piso e caminhos de cabos estão disponíveis?
Quais janelas de cutover, rollback e indisponibilidade serão autorizadas sem afetar a operação do NEPOM?
Quantos operadores e postos simultâneos devem funcionar? Quais sistemas e fluxos existentes serão integrados?
Como o compartilhamento com PF e outros órgãos será governado e quem administra perfis e permissões?
Qual classificação, retenção, cadeia de custódia e residência se aplicam a vídeo, radar, placas, logs e backups?
Quais MFA, RBAC, contas privilegiadas, SIEM, NTP, certificados, cifras, hardening, SBOM e prazos de CVE são exigidos?
Como ocorrerão suporte remoto, atualização de firmware, acesso de fabricantes e saída do fornecedor?
Quais licenças IAT, município, COMAER e ANATEL cabem à contratada e quais dados/autorizações a Itaipu fornecerá?
Há APP, fauna, espécies protegidas, arqueologia, poda, supressão ou restrição sazonal nos sites?
Como serão autorizados ensaios de fumaça/fogo, sirenes, iluminação e uso de embarcação-alvo?
Quais valores e tolerâncias serão usados no FAT/SAT: alcance, falso alarme, latência, geolocalização, clima, tentativas e reteste?
Como operação assistida, TAC, teste de 336 h e disponibilidade mínima de 99% se encadeiam?
A disponibilidade é medida por site, componente, serviço ou solução total? Quais falhas reiniciam o teste?
Falha do link terrestre, acesso impedido, escolta indisponível ou clima contam contra a contratada?
As visitas corretivas contam por deslocamento, site ou evento? A garantia continua após a franquia prevista?
Confirmar por consulta formal a inconsistência textual ‘420 (cento e vinte)’ versus 420 dias.
Prioridade para edital e aditamentos. Reportagens e vídeos reconstroem o anúncio público, mas não substituem o instrumento convocatório. “Reprogramado” é uma inferência documental: sessão em 28/08 + execução D+420 não suportam conclusão integral em 2026.